Há poucos anos, dizer que uma cidade de pouco mais de 60 mil habitantes lideraria o metro quadrado do país soaria como exagero. Em 2026, é dado de mercado.
O índice FipeZAP de 2026 colocou Itapema à frente de bairros nobres de São Paulo e do Rio de Janeiro. Não foi um pico isolado: é o resultado de quase uma década de valorização consistente, sustentada por fundamentos reais — e não por especulação passageira.
Quem acompanha a orla de Meia Praia de perto viu o movimento acontecer metro a metro. A escassez de terreno à beira-mar, somada a uma demanda nacional por segunda moradia de alto padrão, criou uma pressão que os números apenas confirmam.
Três forças que sustentam o preço
A primeira é geográfica: a faixa de areia é finita, e cada lançamento frente-mar é, por definição, mais raro que o anterior. A segunda é demográfica: o sul do país consolidou Itapema como destino de quem busca qualidade de vida sem abrir mão de infraestrutura. A terceira é financeira — em um cenário de juros altos, o imóvel litorâneo voltou a ser visto como reserva de valor.
Em todo o período analisado, Itapema não registrou um único ano de queda no valor do metro quadrado.
É bolha?
A pergunta é justa, e a resposta está nos fundamentos. Bolhas se formam quando o preço descola da realidade — quando se compra esperando apenas revender mais caro. Em Itapema, o que sustenta o valor é uso real: famílias que moram, alugam por temporada e desfrutam do imóvel. A valorização é consequência, não promessa.
Eu costumo dizer que em Itapema você compra duas coisas ao mesmo tempo: um lugar para viver e um ativo que trabalha por você.
— Everaldo Marcos
Para quem pensa em entrar agora, a leitura é simples: o melhor momento para comprar foi há cinco anos; o segundo melhor é antes do próximo ciclo de lançamentos. Se quiser entender quais endereços ainda têm margem, é disso que eu vivo.
Gostou da leitura? Vamos conversar sobre o seu próximo endereço em Itapema.
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